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    <title>mar &amp;mdash; Eme</title>
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    <description>&lt;i&gt;Microblog&lt;/i&gt;</description>
    <pubDate>Sat, 09 May 2026 13:41:12 +0000</pubDate>
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      <title>🌿 Arquivo</title>
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      <description>&lt;![CDATA[2026:  #fev  #mar #abr&#xA;&#xA;2025: #jan]]&gt;</description>
      <content:encoded><![CDATA[<p><strong>2026:</strong>  <a href="https://eme.blog.br/tag:fev" class="hashtag"><span>#</span><span class="p-category">fev</span></a>  <a href="https://eme.blog.br/tag:mar" class="hashtag"><span>#</span><span class="p-category">mar</span></a> <a href="https://eme.blog.br/tag:abr" class="hashtag"><span>#</span><span class="p-category">abr</span></a></p>

<p><strong>2025:</strong> <a href="https://eme.blog.br/tag:jan" class="hashtag"><span>#</span><span class="p-category">jan</span></a></p>
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      <pubDate>Mon, 23 Mar 2026 01:30:16 +0000</pubDate>
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      <title>• 002</title>
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      <description>&lt;![CDATA[Budismo com Atitude, de B Alan Wallace, é menos um livro sobre budismo e mais um convite direto à prática.&#xA;&#xA;Ao longo da obra, Wallace propõe uma mudança de perspectiva essencial: o budismo não deve ser entendido como um sistema de crenças, mas como um método de investigação da mente. A ênfase deixa de estar no acúmulo de conhecimento e passa para a observação direta da experiência.&#xA;&#xA;Algumas ideias ficaram fortes para mim:&#xA;&#xA;1.&#xA;&#xA;O objetivo do Dharma é transformar a mente para que, mesmo durante a adversidade, ela seja uma boa amiga, para que a alegria e o bem-estar possam surgir em momentos de felicidade e de adversidade.&#xA;&#xA;!--more--&#xA;&#xA;2.&#xA;&#xA;A maleabilidade da mente indica que ela pode ser ajustada. A mente pode ser equilibrada. O Budismo categoriza as funções da mente em conceituais e perceptivas.&#xA;&#xA;3.&#xA;&#xA;Saudável é explorar e desenvolver o modo perceptivo de consciência. Por exemplo, ao caminhar, você pode escorregar para o modo perceptivo tomando consciência da respiração, estando presente no corpo ou deixando a consciência presente no ambiente ao seu redor.&#xA;&#xA;4.&#xA;&#xA;Transforme a adversidade em caminho para o despertar espiritual. Transforme a adversidade em bodhicitta. O caminho direto não desvia do sofrimento — em vez disso, ele incorpora o sofrimento e o transforma no próprio caminho.&#xA;&#xA;5.&#xA;&#xA;O Treinamento da Mente diz: “transforme a adversidade em caminho para o despertar espiritual”. Se conseguir tomar as coisas que aparecem como obstáculos e transformá-las em prática espiritual, você estará a caminho de alcançar a iluminação. Na compreensão budista, os obstáculos estão relacionados ao carma: o que experienciamos como adversidade consiste em repercussões de ações feitas no passado — lide com a adversidade considerando-a como fruto de ações passadas.&#xA;&#xA;6.&#xA;&#xA;É impossível amadurecer espiritualmente sem desenvolver coragem, paciência, resiliência e equanimidade.&#xA;&#xA;7.&#xA;&#xA;O autocentramento traz felicidade ou sofrimento? Se a adversidade for examinada cuidadosamente, verificaremos que ela não tem existência intrínseca. A adversidade aparece como uma adversidade devido ao autocentramento. É ele que transforma nossos problemas em grandes problemas e faz com que os problemas de outras pessoas pareçam insignificantes.&#xA;&#xA;8.&#xA;&#xA;A frustração e a infelicidade ocorrem porque o autocentramento nos torna incapazes de suportar o comportamento de outras pessoas.&#xA;&#xA;\[…\] O autocentramento nos domina e pode nos tornar muito infelizes. Ao longo do dia, identifique momentos de autocentramento.&#xA;&#xA;\[…\] Apenas a identificação de nosso próprio autocentramento pode resultar em crescimento espiritual para nós mesmos.&#xA;&#xA;9.&#xA;&#xA;\[…\] Nossos verdadeiros inimigos não são seres humanos, são as aflições mentais de raiva, ciúme, arrogância e ilusão, comandadas pelo grande general — o autocentramento.&#xA;&#xA;10.&#xA;&#xA;\[…\] Ao nos identificarmos com “estou com raiva, bravo, ofendido, indignado”, as muralhas da mente são invadidas e a mente sucumbe às aflições. Usando a metáfora do guerreiro do budismo tibetano, o remédio é “ficar no portão de entrada da mente e vigiar” \[…\]&#xA;&#xA;\[…\] Quando as aflições atacarem, contra-ataque. A estratégia aqui é recorrer ao arsenal de práticas do Dharma sempre que as aflições mentais chegarem aos portões de entrada da mente. Quando as aflições se retirarem e a mente se acalmar, e pensamentos e emoções virtuosas surgirem sem esforço, relaxe, fique à vontade. O Dharma é semelhante à guerrilha.&#xA;&#xA;11.&#xA;&#xA;Lembre-se de que, no contexto budista, um “inimigo” é alguém que deseja prejudicar você, independentemente do que você sente em relação a essa pessoa.&#xA;&#xA;12.&#xA;&#xA;\[…\] Meditar sobre a bondade de todos é fundamental para cultivar a bodhicitta relativa em qualquer circunstância \[…\]&#xA;&#xA;13.&#xA;&#xA;A prática de meditar sobre a bondade de cada pessoa é aplicável em todos os momentos. Essas grandes oportunidades para desenvolver a compaixão são um presente que as pessoas desagradáveis nos dão para aprofundarmos a compreensão, para abrirmos nossos corações e para acolhermos todos os seres sencientes.&#xA;&#xA;\[…\] Toda vida precisa ser transformada. Isso exige mudar nossa percepção da adversidade para que a vejamos como uma oportunidade para a prática \[…\]&#xA;&#xA;\[…\] Ao lidar com pessoas desagradáveis, podemos agradecê-las por proporcionarem oportunidades especiais para o cultivo da bodhicitta \[…\]&#xA;&#xA;Um dos pontos sutis da prática espiritual é ter consciência de como está o seu progresso.&#xA;&#xA;14.&#xA;&#xA;\[…\] Possa a adversidade fortalecer o cultivo da compaixão. Isso não significa que devemos responder à adversidade ou à injustiça com apatia.&#xA;&#xA;15.&#xA;&#xA;Os quatro poderes de reparação — o poder do remorso, da confiança, da determinação e da purificação para neutralizar os erros — apontam para um ensinamento budista fundamental: não há ato tão negativo que não possa ser purificado.&#xA;&#xA;16.&#xA;&#xA;\[…\] O caminho budista é examinar atentamente a noção de “eu sou”. Esse “eu” — separado, importante, responsável pelo meu corpo — é, de fato, mais importante do que todos os outros? \[…\]&#xA;&#xA;17.&#xA;&#xA;\[…\] A maioria de nós não acredita que a raiz do sofrimento esteja dentro de nós. Acreditamos que a causa-raiz de nossos problemas é externa. Apontamos “para fora” e acreditamos que não poderemos ser felizes enquanto todas essas coisas irritantes não mudarem. Essa é uma situação verdadeira e logicamente sem saída \[…\]&#xA;&#xA;18.&#xA;&#xA;\[…\] O medo é um grande obstáculo no processo de transição da morte, por isso é muito importante morrer sem medo \[…\]&#xA;&#xA;\[…\] Para o praticante do Dharma, a morte oferece a oportunidade perfeita para a meditação — sem os impedimentos das distrações dos sentidos e do corpo \[…\]&#xA;&#xA;19.&#xA;&#xA;\[…\] Se você tiver focado na virtude, fazendo seu melhor, corrigindo erros e seguindo em frente, você estará fazendo tudo o que pode. Se outras pessoas, ainda assim, pensarem mal de você, isso é problema delas. Você nunca conseguirá ser perfeito, compassivo, sábio e virtuoso, acima de qualquer crítica \[…\]&#xA;&#xA;\[…\] Nossa felicidade não precisa ser dependente da opinião dos outros \[…\]&#xA;&#xA;20.&#xA;&#xA;\[…\] A vida é muito curta e muito importante para ser desperdiçada discutindo-se as falhas dos outros. Esse comportamento não traz nenhum benefício, prejudica o cultivo de bodhicitta e, em última instância, nos fere \[…\]&#xA;&#xA;\[…\] Quando a motivação é benéfica, há ocasiões e formas apropriadas de discutir as falhas dos outros. Se a motivação for outra, que não traga benefícios, é melhor manter em silêncio \[…\]&#xA;&#xA;\[…\] Ter uma consciência clara e precisa de nossos estados mentais e comportamentos é muito útil. Mas focar nas próprias falhas o tempo todo nos enfraquece \[…\]&#xA;&#xA;\[…\] O objetivo da prática espiritual é superar a autofixação e o autocentramento. Se nosso objetivo for, de fato, nos sentirmos mais importantes do que qualquer outra pessoa no mundo, podemos conseguir isso sem nenhuma prática do Dharma! \[…\]&#xA;&#xA;Saio desse livro com a sensação de que estudar é importante, mas observar diretamente a mente é o que realmente transforma. Mais do que respostas, o livro oferece ferramentas — e um direcionamento claro: compreender a mente exige menos teoria e mais experiência direta.&#xA;&#xA;Uma leitura simples na forma, mas profunda nas implicações.&#xA;&#xA;#notaspraticas   #budismo #mar]]&gt;</description>
      <content:encoded><![CDATA[<p><em><a href="https://www.lucidaletra.com.br/products/budismo-com-atitude-o-treinamento-tibetano-da-mente-em-sete-pontos">Budismo com Atitude</a>,</em> de B Alan Wallace, é menos um livro sobre budismo e mais um convite direto à prática.</p>

<p>Ao longo da obra, Wallace propõe uma mudança de perspectiva essencial: o budismo não deve ser entendido como um sistema de crenças, mas como um método de investigação da mente. A ênfase deixa de estar no acúmulo de conhecimento e passa para a observação direta da experiência.</p>

<p><img src="https://i.snap.as/oG0YF4j2.jpeg" alt=""/></p>

<p>Algumas ideias ficaram fortes para mim:</p>

<p><strong>1.</strong></p>

<p>O objetivo do Dharma é transformar a mente para que, mesmo durante a adversidade, ela seja uma boa amiga, para que a alegria e o bem-estar possam surgir em momentos de felicidade e de adversidade.</p>



<p><strong>2.</strong></p>

<p>A maleabilidade da mente indica que ela pode ser ajustada. A mente pode ser equilibrada. O Budismo categoriza as funções da mente em conceituais e perceptivas.</p>

<p><strong>3.</strong></p>

<p>Saudável é explorar e desenvolver o modo perceptivo de consciência. Por exemplo, ao caminhar, você pode escorregar para o modo perceptivo tomando consciência da respiração, estando presente no corpo ou deixando a consciência presente no ambiente ao seu redor.</p>

<p><strong>4.</strong></p>

<p>Transforme a adversidade em caminho para o despertar espiritual. Transforme a adversidade em bodhicitta. O caminho direto não desvia do sofrimento — em vez disso, ele incorpora o sofrimento e o transforma no próprio caminho.</p>

<p><strong>5.</strong></p>

<p>O Treinamento da Mente diz: “transforme a adversidade em caminho para o despertar espiritual”. Se conseguir tomar as coisas que aparecem como obstáculos e transformá-las em prática espiritual, você estará a caminho de alcançar a iluminação. Na compreensão budista, os obstáculos estão relacionados ao carma: o que experienciamos como adversidade consiste em repercussões de ações feitas no passado — lide com a adversidade considerando-a como fruto de ações passadas.</p>

<p><strong>6.</strong></p>

<p>É impossível amadurecer espiritualmente sem desenvolver coragem, paciência, resiliência e equanimidade.</p>

<p><strong>7.</strong></p>

<p>O autocentramento traz felicidade ou sofrimento? Se a adversidade for examinada cuidadosamente, verificaremos que ela não tem existência intrínseca. A adversidade aparece como uma adversidade devido ao autocentramento. É ele que transforma nossos problemas em grandes problemas e faz com que os problemas de outras pessoas pareçam insignificantes.</p>

<p><strong>8.</strong></p>

<p>A frustração e a infelicidade ocorrem porque o autocentramento nos torna incapazes de suportar o comportamento de outras pessoas.</p>

<p>[…] O autocentramento nos domina e pode nos tornar muito infelizes. Ao longo do dia, identifique momentos de autocentramento.</p>

<p>[…] Apenas a identificação de nosso próprio autocentramento pode resultar em crescimento espiritual para nós mesmos.</p>

<p><strong>9.</strong></p>

<p>[…] Nossos verdadeiros inimigos não são seres humanos, são as aflições mentais de raiva, ciúme, arrogância e ilusão, comandadas pelo grande general — o autocentramento.</p>

<p><strong>10.</strong></p>

<p>[…] Ao nos identificarmos com “estou com raiva, bravo, ofendido, indignado”, as muralhas da mente são invadidas e a mente sucumbe às aflições. Usando a metáfora do guerreiro do budismo tibetano, o remédio é “ficar no portão de entrada da mente e vigiar” […]</p>

<p>[…] Quando as aflições atacarem, contra-ataque. A estratégia aqui é recorrer ao arsenal de práticas do Dharma sempre que as aflições mentais chegarem aos portões de entrada da mente. Quando as aflições se retirarem e a mente se acalmar, e pensamentos e emoções virtuosas surgirem sem esforço, relaxe, fique à vontade. <strong>O Dharma é semelhante à guerrilha.</strong></p>

<p><strong>11.</strong></p>

<p>Lembre-se de que, no contexto budista, um “inimigo” é alguém que deseja prejudicar você, independentemente do que você sente em relação a essa pessoa.</p>

<p><strong>12.</strong></p>

<p>[…] Meditar sobre a bondade de todos é fundamental para cultivar a bodhicitta relativa em qualquer circunstância […]</p>

<p><strong>13.</strong></p>

<p>A prática de meditar sobre a bondade de cada pessoa é aplicável em todos os momentos. Essas grandes oportunidades para desenvolver a compaixão são um presente que as pessoas desagradáveis nos dão para aprofundarmos a compreensão, para abrirmos nossos corações e para acolhermos todos os seres sencientes.</p>

<p>[…] Toda vida precisa ser transformada. Isso exige mudar nossa percepção da adversidade para que a vejamos como uma oportunidade para a prática […]</p>

<p>[…] Ao lidar com pessoas desagradáveis, podemos agradecê-las por proporcionarem oportunidades especiais para o cultivo da bodhicitta […]</p>

<p>Um dos pontos sutis da prática espiritual é ter consciência de como está o seu progresso.</p>

<p><strong>14.</strong></p>

<p>[…] Possa a adversidade fortalecer o cultivo da compaixão. Isso não significa que devemos responder à adversidade ou à injustiça com apatia.</p>

<p><strong>15.</strong></p>

<p>Os quatro poderes de reparação — o poder do remorso, da confiança, da determinação e da purificação para neutralizar os erros — apontam para um ensinamento budista fundamental: não há ato tão negativo que não possa ser purificado.</p>

<p><strong>16.</strong></p>

<p>[…] O caminho budista é examinar atentamente a noção de “eu sou”. Esse “eu” — separado, importante, responsável pelo meu corpo — é, de fato, mais importante do que todos os outros? […]</p>

<p><strong>17.</strong></p>

<p>[…] A maioria de nós não acredita que a raiz do sofrimento esteja dentro de nós. Acreditamos que a causa-raiz de nossos problemas é externa. Apontamos “para fora” e acreditamos que não poderemos ser felizes enquanto todas essas coisas irritantes não mudarem. Essa é uma situação verdadeira e logicamente sem saída […]</p>

<p><strong>18.</strong></p>

<p>[…] O medo é um grande obstáculo no processo de transição da morte, por isso é muito importante morrer sem medo […]</p>

<p>[…] Para o praticante do Dharma, a morte oferece a oportunidade perfeita para a meditação — sem os impedimentos das distrações dos sentidos e do corpo […]</p>

<p><strong>19.</strong></p>

<p>[…] Se você tiver focado na virtude, fazendo seu melhor, corrigindo erros e seguindo em frente, você estará fazendo tudo o que pode. Se outras pessoas, ainda assim, pensarem mal de você, isso é problema delas. Você nunca conseguirá ser perfeito, compassivo, sábio e virtuoso, acima de qualquer crítica […]</p>

<p>[…] Nossa felicidade não precisa ser dependente da opinião dos outros […]</p>

<p><strong>20.</strong></p>

<p>[…] A vida é muito curta e muito importante para ser desperdiçada discutindo-se as falhas dos outros. Esse comportamento não traz nenhum benefício, prejudica o cultivo de bodhicitta e, em última instância, nos fere […]</p>

<p>[…] Quando a motivação é benéfica, há ocasiões e formas apropriadas de discutir as falhas dos outros. Se a motivação for outra, que não traga benefícios, é melhor manter em silêncio […]</p>

<p>[…] Ter uma consciência clara e precisa de nossos estados mentais e comportamentos é muito útil. Mas focar nas próprias falhas o tempo todo nos enfraquece […]</p>

<p>[…] O objetivo da prática espiritual é superar a autofixação e o autocentramento. Se nosso objetivo for, de fato, nos sentirmos mais importantes do que qualquer outra pessoa no mundo, podemos conseguir isso sem nenhuma prática do Dharma! […]</p>

<p>Saio desse livro com a sensação de que estudar é importante, mas observar diretamente a mente é o que realmente transforma. Mais do que respostas, o livro oferece ferramentas — e um direcionamento claro: compreender a mente exige menos teoria e mais experiência direta.</p>

<p>Uma leitura simples na forma, mas profunda nas implicações.</p>

<p><a href="https://eme.blog.br/tag:notaspraticas" class="hashtag"><span>#</span><span class="p-category">notaspraticas</span></a>   <a href="https://eme.blog.br/tag:budismo" class="hashtag"><span>#</span><span class="p-category">budismo</span></a> <a href="https://eme.blog.br/tag:mar" class="hashtag"><span>#</span><span class="p-category">mar</span></a></p>
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      <pubDate>Sun, 22 Mar 2026 18:44:21 +0000</pubDate>
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