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    <title>Eme</title>
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    <description>&lt;i&gt;Microblog&lt;/i&gt;</description>
    <pubDate>Tue, 07 Apr 2026 06:53:41 +0000</pubDate>
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      <title>Eme</title>
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      <title>• 003</title>
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      <description>&lt;![CDATA[&#xA;&#xA;Um dos mantras mais conhecidos do Budismo Tibetano, dedicado à Tara Verde, a bodhisattva da compaixão ativa e da ação rápida. Tara é conhecida como a &#34;Mãe Libertadora&#34; que remove obstáculos e protege os seres dos medos.&#xA;&#xA;!--more--&#xA;&#xA;Significado de cada sílaba&#xA;&#xA;OM — Representa o corpo, fala e mente dos Budas. É o som primordial, a união com a natureza de Buda.&#xA;&#xA;TARE - Significa &#34;Tara&#34; – a libertadora. Indica a libertação do sofrimento do samsara (ciclo de nascimentos e mortes).&#xA;&#xA;TUTTARE - Afasta os oito grandes medos (orgulho, ignorância, raiva, ciúme, visões erradas, apego, dúvida, avareza) e os obstáculos internos e externos.&#xA;&#xA;TURE - Significa &#34;aquela que apressa&#34; – a compaixão que age rapidamente. Remove doenças, energias negativas e traz realização espiritual.&#xA;&#xA;SOHA - Significa &#34;que assim se estabeleça&#34; ou &#34;que as bênçãos se manifestem&#34;. É uma sílaba de consagração, fixando o poder do mantra na realidade do praticante.&#xA;&#xA;  &#34;Eu me refugio na Libertação Universal (Om). Invoco Tara, a libertadora do samsara (Tare). Que ela remova todos os medos e obstáculos internos e externos (Tuttare). Que ela conceda rapidamente a realização do caminho espiritual (Ture). Que as bênçãos se manifestem (Soha).”&#xA;&#xA;Importante!&#xA;&#xA;O poder do mantra não está apenas em entender as palavras, mas na intenção, fé e repetição. A tradição ensina que Tara responde rapidamente àqueles que a chamam com devoção sincera, especialmente em momentos de necessidade.&#xA;&#xA;#notaspraticas #budismo #abr]]&gt;</description>
      <content:encoded><![CDATA[<p><img src="https://i.snap.as/S4sKx3Px.png" alt=""/></p>

<p>Um dos mantras mais conhecidos do Budismo Tibetano, dedicado à <strong>Tara Verde</strong>, a bodhisattva da compaixão ativa e da ação rápida. Tara é conhecida como a “Mãe Libertadora” que remove obstáculos e protege os seres dos medos.</p>



<h3 id="significado-de-cada-sílaba" id="significado-de-cada-sílaba">Significado de cada sílaba</h3>

<p><strong>OM —</strong> Representa o corpo, fala e mente dos Budas. É o som primordial, a união com a natureza de Buda.</p>

<p><strong>TARE -</strong> Significa “Tara” – a libertadora. Indica a libertação do sofrimento do <strong>samsara</strong> (ciclo de nascimentos e mortes).</p>

<p><strong>TUTTARE -</strong> Afasta os <strong>oito grandes medos</strong> (orgulho, ignorância, raiva, ciúme, visões erradas, apego, dúvida, avareza) e os obstáculos internos e externos.</p>

<p><strong>TURE -</strong> Significa “aquela que apressa” – a compaixão que age rapidamente. Remove doenças, energias negativas e traz realização espiritual.</p>

<p><strong>SOHA -</strong> Significa “que assim se estabeleça” ou “que as bênçãos se manifestem”. É uma sílaba de consagração, fixando o poder do mantra na realidade do praticante.</p>

<blockquote><p><em>“Eu me refugio na Libertação Universal (Om). Invoco Tara, a libertadora do samsara (Tare). Que ela remova todos os medos e obstáculos internos e externos (Tuttare). Que ela conceda rapidamente a realização do caminho espiritual (Ture). Que as bênçãos se manifestem (Soha).”</em></p></blockquote>

<p><strong>Importante!</strong></p>

<p>O poder do mantra não está apenas em entender as palavras, mas na <strong>intenção, fé e repetição</strong>. A tradição ensina que Tara responde rapidamente àqueles que a chamam com devoção sincera, especialmente em momentos de necessidade.</p>

<p><a href="https://eme.blog.br/tag:notaspraticas" class="hashtag"><span>#</span><span class="p-category">notaspraticas</span></a> <a href="https://eme.blog.br/tag:budismo" class="hashtag"><span>#</span><span class="p-category">budismo</span></a> <a href="https://eme.blog.br/tag:abr" class="hashtag"><span>#</span><span class="p-category">abr</span></a></p>
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      <pubDate>Mon, 06 Apr 2026 21:57:24 +0000</pubDate>
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      <title>• 002</title>
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      <description>&lt;![CDATA[Budismo com Atitude, de B Alan Wallace, é menos um livro sobre budismo e mais um convite direto à prática.&#xA;&#xA;Ao longo da obra, Wallace propõe uma mudança de perspectiva essencial: o budismo não deve ser entendido como um sistema de crenças, mas como um método de investigação da mente. A ênfase deixa de estar no acúmulo de conhecimento e passa para a observação direta da experiência.&#xA;&#xA;Algumas ideias ficaram fortes para mim:&#xA;&#xA;1.&#xA;&#xA;O objetivo do Dharma é transformar a mente para que, mesmo durante a adversidade, ela seja uma boa amiga, para que a alegria e o bem-estar possam surgir em momentos de felicidade e de adversidade.&#xA;&#xA;!--more--&#xA;&#xA;2.&#xA;&#xA;A maleabilidade da mente indica que ela pode ser ajustada. A mente pode ser equilibrada. O Budismo categoriza as funções da mente em conceituais e perceptivas.&#xA;&#xA;3.&#xA;&#xA;Saudável é explorar e desenvolver o modo perceptivo de consciência. Por exemplo, ao caminhar, você pode escorregar para o modo perceptivo tomando consciência da respiração, estando presente no corpo ou deixando a consciência presente no ambiente ao seu redor.&#xA;&#xA;4.&#xA;&#xA;Transforme a adversidade em caminho para o despertar espiritual. Transforme a adversidade em bodhicitta. O caminho direto não desvia do sofrimento — em vez disso, ele incorpora o sofrimento e o transforma no próprio caminho.&#xA;&#xA;5.&#xA;&#xA;O Treinamento da Mente diz: “transforme a adversidade em caminho para o despertar espiritual”. Se conseguir tomar as coisas que aparecem como obstáculos e transformá-las em prática espiritual, você estará a caminho de alcançar a iluminação. Na compreensão budista, os obstáculos estão relacionados ao carma: o que experienciamos como adversidade consiste em repercussões de ações feitas no passado — lide com a adversidade considerando-a como fruto de ações passadas.&#xA;&#xA;6.&#xA;&#xA;É impossível amadurecer espiritualmente sem desenvolver coragem, paciência, resiliência e equanimidade.&#xA;&#xA;7.&#xA;&#xA;O autocentramento traz felicidade ou sofrimento? Se a adversidade for examinada cuidadosamente, verificaremos que ela não tem existência intrínseca. A adversidade aparece como uma adversidade devido ao autocentramento. É ele que transforma nossos problemas em grandes problemas e faz com que os problemas de outras pessoas pareçam insignificantes.&#xA;&#xA;8.&#xA;&#xA;A frustração e a infelicidade ocorrem porque o autocentramento nos torna incapazes de suportar o comportamento de outras pessoas.&#xA;&#xA;\[…\] O autocentramento nos domina e pode nos tornar muito infelizes. Ao longo do dia, identifique momentos de autocentramento.&#xA;&#xA;\[…\] Apenas a identificação de nosso próprio autocentramento pode resultar em crescimento espiritual para nós mesmos.&#xA;&#xA;9.&#xA;&#xA;\[…\] Nossos verdadeiros inimigos não são seres humanos, são as aflições mentais de raiva, ciúme, arrogância e ilusão, comandadas pelo grande general — o autocentramento.&#xA;&#xA;10.&#xA;&#xA;\[…\] Ao nos identificarmos com “estou com raiva, bravo, ofendido, indignado”, as muralhas da mente são invadidas e a mente sucumbe às aflições. Usando a metáfora do guerreiro do budismo tibetano, o remédio é “ficar no portão de entrada da mente e vigiar” \[…\]&#xA;&#xA;\[…\] Quando as aflições atacarem, contra-ataque. A estratégia aqui é recorrer ao arsenal de práticas do Dharma sempre que as aflições mentais chegarem aos portões de entrada da mente. Quando as aflições se retirarem e a mente se acalmar, e pensamentos e emoções virtuosas surgirem sem esforço, relaxe, fique à vontade. O Dharma é semelhante à guerrilha.&#xA;&#xA;11.&#xA;&#xA;Lembre-se de que, no contexto budista, um “inimigo” é alguém que deseja prejudicar você, independentemente do que você sente em relação a essa pessoa.&#xA;&#xA;12.&#xA;&#xA;\[…\] Meditar sobre a bondade de todos é fundamental para cultivar a bodhicitta relativa em qualquer circunstância \[…\]&#xA;&#xA;13.&#xA;&#xA;A prática de meditar sobre a bondade de cada pessoa é aplicável em todos os momentos. Essas grandes oportunidades para desenvolver a compaixão são um presente que as pessoas desagradáveis nos dão para aprofundarmos a compreensão, para abrirmos nossos corações e para acolhermos todos os seres sencientes.&#xA;&#xA;\[…\] Toda vida precisa ser transformada. Isso exige mudar nossa percepção da adversidade para que a vejamos como uma oportunidade para a prática \[…\]&#xA;&#xA;\[…\] Ao lidar com pessoas desagradáveis, podemos agradecê-las por proporcionarem oportunidades especiais para o cultivo da bodhicitta \[…\]&#xA;&#xA;Um dos pontos sutis da prática espiritual é ter consciência de como está o seu progresso.&#xA;&#xA;14.&#xA;&#xA;\[…\] Possa a adversidade fortalecer o cultivo da compaixão. Isso não significa que devemos responder à adversidade ou à injustiça com apatia.&#xA;&#xA;15.&#xA;&#xA;Os quatro poderes de reparação — o poder do remorso, da confiança, da determinação e da purificação para neutralizar os erros — apontam para um ensinamento budista fundamental: não há ato tão negativo que não possa ser purificado.&#xA;&#xA;16.&#xA;&#xA;\[…\] O caminho budista é examinar atentamente a noção de “eu sou”. Esse “eu” — separado, importante, responsável pelo meu corpo — é, de fato, mais importante do que todos os outros? \[…\]&#xA;&#xA;17.&#xA;&#xA;\[…\] A maioria de nós não acredita que a raiz do sofrimento esteja dentro de nós. Acreditamos que a causa-raiz de nossos problemas é externa. Apontamos “para fora” e acreditamos que não poderemos ser felizes enquanto todas essas coisas irritantes não mudarem. Essa é uma situação verdadeira e logicamente sem saída \[…\]&#xA;&#xA;18.&#xA;&#xA;\[…\] O medo é um grande obstáculo no processo de transição da morte, por isso é muito importante morrer sem medo \[…\]&#xA;&#xA;\[…\] Para o praticante do Dharma, a morte oferece a oportunidade perfeita para a meditação — sem os impedimentos das distrações dos sentidos e do corpo \[…\]&#xA;&#xA;19.&#xA;&#xA;\[…\] Se você tiver focado na virtude, fazendo seu melhor, corrigindo erros e seguindo em frente, você estará fazendo tudo o que pode. Se outras pessoas, ainda assim, pensarem mal de você, isso é problema delas. Você nunca conseguirá ser perfeito, compassivo, sábio e virtuoso, acima de qualquer crítica \[…\]&#xA;&#xA;\[…\] Nossa felicidade não precisa ser dependente da opinião dos outros \[…\]&#xA;&#xA;20.&#xA;&#xA;\[…\] A vida é muito curta e muito importante para ser desperdiçada discutindo-se as falhas dos outros. Esse comportamento não traz nenhum benefício, prejudica o cultivo de bodhicitta e, em última instância, nos fere \[…\]&#xA;&#xA;\[…\] Quando a motivação é benéfica, há ocasiões e formas apropriadas de discutir as falhas dos outros. Se a motivação for outra, que não traga benefícios, é melhor manter em silêncio \[…\]&#xA;&#xA;\[…\] Ter uma consciência clara e precisa de nossos estados mentais e comportamentos é muito útil. Mas focar nas próprias falhas o tempo todo nos enfraquece \[…\]&#xA;&#xA;\[…\] O objetivo da prática espiritual é superar a autofixação e o autocentramento. Se nosso objetivo for, de fato, nos sentirmos mais importantes do que qualquer outra pessoa no mundo, podemos conseguir isso sem nenhuma prática do Dharma! \[…\]&#xA;&#xA;Saio desse livro com a sensação de que estudar é importante, mas observar diretamente a mente é o que realmente transforma. Mais do que respostas, o livro oferece ferramentas — e um direcionamento claro: compreender a mente exige menos teoria e mais experiência direta.&#xA;&#xA;Uma leitura simples na forma, mas profunda nas implicações.&#xA;&#xA;#notaspraticas   #budismo #mar]]&gt;</description>
      <content:encoded><![CDATA[<p><em><a href="https://www.lucidaletra.com.br/products/budismo-com-atitude-o-treinamento-tibetano-da-mente-em-sete-pontos">Budismo com Atitude</a>,</em> de B Alan Wallace, é menos um livro sobre budismo e mais um convite direto à prática.</p>

<p>Ao longo da obra, Wallace propõe uma mudança de perspectiva essencial: o budismo não deve ser entendido como um sistema de crenças, mas como um método de investigação da mente. A ênfase deixa de estar no acúmulo de conhecimento e passa para a observação direta da experiência.</p>

<p><img src="https://i.snap.as/oG0YF4j2.jpeg" alt=""/></p>

<p>Algumas ideias ficaram fortes para mim:</p>

<p><strong>1.</strong></p>

<p>O objetivo do Dharma é transformar a mente para que, mesmo durante a adversidade, ela seja uma boa amiga, para que a alegria e o bem-estar possam surgir em momentos de felicidade e de adversidade.</p>



<p><strong>2.</strong></p>

<p>A maleabilidade da mente indica que ela pode ser ajustada. A mente pode ser equilibrada. O Budismo categoriza as funções da mente em conceituais e perceptivas.</p>

<p><strong>3.</strong></p>

<p>Saudável é explorar e desenvolver o modo perceptivo de consciência. Por exemplo, ao caminhar, você pode escorregar para o modo perceptivo tomando consciência da respiração, estando presente no corpo ou deixando a consciência presente no ambiente ao seu redor.</p>

<p><strong>4.</strong></p>

<p>Transforme a adversidade em caminho para o despertar espiritual. Transforme a adversidade em bodhicitta. O caminho direto não desvia do sofrimento — em vez disso, ele incorpora o sofrimento e o transforma no próprio caminho.</p>

<p><strong>5.</strong></p>

<p>O Treinamento da Mente diz: “transforme a adversidade em caminho para o despertar espiritual”. Se conseguir tomar as coisas que aparecem como obstáculos e transformá-las em prática espiritual, você estará a caminho de alcançar a iluminação. Na compreensão budista, os obstáculos estão relacionados ao carma: o que experienciamos como adversidade consiste em repercussões de ações feitas no passado — lide com a adversidade considerando-a como fruto de ações passadas.</p>

<p><strong>6.</strong></p>

<p>É impossível amadurecer espiritualmente sem desenvolver coragem, paciência, resiliência e equanimidade.</p>

<p><strong>7.</strong></p>

<p>O autocentramento traz felicidade ou sofrimento? Se a adversidade for examinada cuidadosamente, verificaremos que ela não tem existência intrínseca. A adversidade aparece como uma adversidade devido ao autocentramento. É ele que transforma nossos problemas em grandes problemas e faz com que os problemas de outras pessoas pareçam insignificantes.</p>

<p><strong>8.</strong></p>

<p>A frustração e a infelicidade ocorrem porque o autocentramento nos torna incapazes de suportar o comportamento de outras pessoas.</p>

<p>[…] O autocentramento nos domina e pode nos tornar muito infelizes. Ao longo do dia, identifique momentos de autocentramento.</p>

<p>[…] Apenas a identificação de nosso próprio autocentramento pode resultar em crescimento espiritual para nós mesmos.</p>

<p><strong>9.</strong></p>

<p>[…] Nossos verdadeiros inimigos não são seres humanos, são as aflições mentais de raiva, ciúme, arrogância e ilusão, comandadas pelo grande general — o autocentramento.</p>

<p><strong>10.</strong></p>

<p>[…] Ao nos identificarmos com “estou com raiva, bravo, ofendido, indignado”, as muralhas da mente são invadidas e a mente sucumbe às aflições. Usando a metáfora do guerreiro do budismo tibetano, o remédio é “ficar no portão de entrada da mente e vigiar” […]</p>

<p>[…] Quando as aflições atacarem, contra-ataque. A estratégia aqui é recorrer ao arsenal de práticas do Dharma sempre que as aflições mentais chegarem aos portões de entrada da mente. Quando as aflições se retirarem e a mente se acalmar, e pensamentos e emoções virtuosas surgirem sem esforço, relaxe, fique à vontade. <strong>O Dharma é semelhante à guerrilha.</strong></p>

<p><strong>11.</strong></p>

<p>Lembre-se de que, no contexto budista, um “inimigo” é alguém que deseja prejudicar você, independentemente do que você sente em relação a essa pessoa.</p>

<p><strong>12.</strong></p>

<p>[…] Meditar sobre a bondade de todos é fundamental para cultivar a bodhicitta relativa em qualquer circunstância […]</p>

<p><strong>13.</strong></p>

<p>A prática de meditar sobre a bondade de cada pessoa é aplicável em todos os momentos. Essas grandes oportunidades para desenvolver a compaixão são um presente que as pessoas desagradáveis nos dão para aprofundarmos a compreensão, para abrirmos nossos corações e para acolhermos todos os seres sencientes.</p>

<p>[…] Toda vida precisa ser transformada. Isso exige mudar nossa percepção da adversidade para que a vejamos como uma oportunidade para a prática […]</p>

<p>[…] Ao lidar com pessoas desagradáveis, podemos agradecê-las por proporcionarem oportunidades especiais para o cultivo da bodhicitta […]</p>

<p>Um dos pontos sutis da prática espiritual é ter consciência de como está o seu progresso.</p>

<p><strong>14.</strong></p>

<p>[…] Possa a adversidade fortalecer o cultivo da compaixão. Isso não significa que devemos responder à adversidade ou à injustiça com apatia.</p>

<p><strong>15.</strong></p>

<p>Os quatro poderes de reparação — o poder do remorso, da confiança, da determinação e da purificação para neutralizar os erros — apontam para um ensinamento budista fundamental: não há ato tão negativo que não possa ser purificado.</p>

<p><strong>16.</strong></p>

<p>[…] O caminho budista é examinar atentamente a noção de “eu sou”. Esse “eu” — separado, importante, responsável pelo meu corpo — é, de fato, mais importante do que todos os outros? […]</p>

<p><strong>17.</strong></p>

<p>[…] A maioria de nós não acredita que a raiz do sofrimento esteja dentro de nós. Acreditamos que a causa-raiz de nossos problemas é externa. Apontamos “para fora” e acreditamos que não poderemos ser felizes enquanto todas essas coisas irritantes não mudarem. Essa é uma situação verdadeira e logicamente sem saída […]</p>

<p><strong>18.</strong></p>

<p>[…] O medo é um grande obstáculo no processo de transição da morte, por isso é muito importante morrer sem medo […]</p>

<p>[…] Para o praticante do Dharma, a morte oferece a oportunidade perfeita para a meditação — sem os impedimentos das distrações dos sentidos e do corpo […]</p>

<p><strong>19.</strong></p>

<p>[…] Se você tiver focado na virtude, fazendo seu melhor, corrigindo erros e seguindo em frente, você estará fazendo tudo o que pode. Se outras pessoas, ainda assim, pensarem mal de você, isso é problema delas. Você nunca conseguirá ser perfeito, compassivo, sábio e virtuoso, acima de qualquer crítica […]</p>

<p>[…] Nossa felicidade não precisa ser dependente da opinião dos outros […]</p>

<p><strong>20.</strong></p>

<p>[…] A vida é muito curta e muito importante para ser desperdiçada discutindo-se as falhas dos outros. Esse comportamento não traz nenhum benefício, prejudica o cultivo de bodhicitta e, em última instância, nos fere […]</p>

<p>[…] Quando a motivação é benéfica, há ocasiões e formas apropriadas de discutir as falhas dos outros. Se a motivação for outra, que não traga benefícios, é melhor manter em silêncio […]</p>

<p>[…] Ter uma consciência clara e precisa de nossos estados mentais e comportamentos é muito útil. Mas focar nas próprias falhas o tempo todo nos enfraquece […]</p>

<p>[…] O objetivo da prática espiritual é superar a autofixação e o autocentramento. Se nosso objetivo for, de fato, nos sentirmos mais importantes do que qualquer outra pessoa no mundo, podemos conseguir isso sem nenhuma prática do Dharma! […]</p>

<p>Saio desse livro com a sensação de que estudar é importante, mas observar diretamente a mente é o que realmente transforma. Mais do que respostas, o livro oferece ferramentas — e um direcionamento claro: compreender a mente exige menos teoria e mais experiência direta.</p>

<p>Uma leitura simples na forma, mas profunda nas implicações.</p>

<p><a href="https://eme.blog.br/tag:notaspraticas" class="hashtag"><span>#</span><span class="p-category">notaspraticas</span></a>   <a href="https://eme.blog.br/tag:budismo" class="hashtag"><span>#</span><span class="p-category">budismo</span></a> <a href="https://eme.blog.br/tag:mar" class="hashtag"><span>#</span><span class="p-category">mar</span></a></p>
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      <pubDate>Sun, 22 Mar 2026 18:44:21 +0000</pubDate>
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      <title>• 001</title>
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      <description>&lt;![CDATA[&#xA;&#xA;Depois de um enorme hiato, sobretudo com relação à plataforma de publicação, volto trazendo novidades — ainda que elas não sejam tão excepcionais assim.&#xA;&#xA;Vocês não sabem, mas eu conto: faz algum tempo que venho me afastando das atividades audiovisuais — ou de qualquer função relacionada ao campo da economia criativa.&#xA;&#xA;Sim, esse ciclo se fechou para mim. Não houve dramas. Apenas segui o fluxo natural das coisas, com começo, meio e fim. No meu caso, reconectei-me a antigos interesses adormecidos — mais precisamente, deixados de lado por causa do cinema — e que hoje me proporcionam algo mais concreto.&#xA;&#xA;!--more--&#xA;&#xA;No final do ano, por exemplo, decidi compartilhar — ou melhor, dar forma — a um projeto ao qual venho me dedicando há algum tempo e que chamei de “Versão Legendada”.&#xA;&#xA;A proposta, claro, é tornar o conteúdo de aprendizagem cada vez mais democrático, já que sou adepta dos REA (Recursos Educacionais Abertos) e, sempre que possível, disponibilizo materiais gratuitos para o estudo de idiomas.&#xA;&#xA;Como não tenho a intenção de performar, mas sim de compartilhar de forma objetiva minha rotina de estudos, o projeto está aberto a quem quiser seguir nessa jornada. É a isso que tenho me dedicado, ao menos em parte do meu tempo. No restante, venho trabalhando na tradução de materiais educativos — ou seja, construindo uma nova história profissional.&#xA;&#xA;Enfim, estou seguindo em uma direção completamente diferente da que vinha construindo na área do cinema, embora tenha vivido experiências muito bacanas  — ainda que desgastantes.&#xA;&#xA;Hoje, preciso seguir só.&#xA;&#xA;#estudos #idiomas #versaolegendada  #fev]]&gt;</description>
      <content:encoded><![CDATA[<p><img src="https://i.snap.as/ax9RBbkO.png" alt=""/></p>

<p>Depois de um enorme hiato, sobretudo com relação à plataforma de publicação, volto trazendo novidades — ainda que elas não sejam tão excepcionais assim.</p>

<p>Vocês não sabem, mas eu conto: faz algum tempo que venho me afastando das atividades audiovisuais — ou de qualquer função relacionada ao campo da economia criativa.</p>

<p>Sim, esse ciclo se fechou para mim. Não houve dramas. Apenas segui o fluxo natural das coisas, com começo, meio e fim. No meu caso, reconectei-me a antigos interesses adormecidos — mais precisamente, deixados de lado por causa do cinema — e que hoje me proporcionam algo mais concreto.</p>



<p>No final do ano, por exemplo, decidi compartilhar — ou melhor, dar forma — a um projeto ao qual venho me dedicando há algum tempo e que chamei de <strong><a href="https://versaolegendada.letterbucket.com/">“Versão Legendada”.</a></strong></p>

<p>A proposta, claro, é tornar o conteúdo de aprendizagem cada vez mais democrático, já que sou adepta dos <strong><a href="https://oercommons.org/?source_type=web">REA (Recursos Educacionais Abertos)</a></strong> e, sempre que possível, disponibilizo materiais gratuitos para o estudo de idiomas.</p>

<p>Como não tenho a intenção de performar, mas sim de compartilhar de forma objetiva minha rotina de estudos, o projeto está aberto a quem quiser seguir nessa jornada. É a isso que tenho me dedicado, ao menos em parte do meu tempo. No restante, venho trabalhando na tradução de materiais educativos — ou seja, construindo uma nova história profissional.</p>

<p>Enfim, estou seguindo em uma direção completamente diferente da que vinha construindo na área do cinema, embora tenha vivido experiências muito bacanas  — ainda que desgastantes.</p>

<p>Hoje, preciso seguir só.</p>

<p><a href="https://eme.blog.br/tag:estudos" class="hashtag"><span>#</span><span class="p-category">estudos</span></a> <a href="https://eme.blog.br/tag:idiomas" class="hashtag"><span>#</span><span class="p-category">idiomas</span></a> <a href="https://eme.blog.br/tag:versaolegendada" class="hashtag"><span>#</span><span class="p-category">versaolegendada</span></a>  <a href="https://eme.blog.br/tag:fev" class="hashtag"><span>#</span><span class="p-category">fev</span></a></p>
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      <pubDate>Wed, 04 Feb 2026 01:46:40 +0000</pubDate>
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      <title>• 000</title>
      <link>https://eme.blog.br/000?pk_campaign=rss-feed</link>
      <description>&lt;![CDATA[The first time I visited Chile was ten years ago. Back then, I followed the classic winter itinerary every South American traveler knows: Uruguay, Argentina, and Chile. In the years that followed, I ended up visiting Argentina far more often than any Brazilian state.  This summer, I returned to Chile. It was a completely different experience, and now I can’t wait to go back and continue the journey where I left off.&#xA;&#xA;Exploring Santiago&#xA;&#xA;When I arrived in Santiago, I took a short city tour around the Vitacura neighborhood, where I was staying. The area is one of the top places to stay, second only to Providencia — the favorite among Brazilian travelers. Personally, I didn’t think it was bad, mainly thanks to the hotel’s location, but Vitacura does come with a few drawbacks.&#xA;&#xA;!--more--&#xA;&#xA;Since it’s an upscale neighborhood (which, of course, isn’t really my style), the biggest downside is the lack of public transportation. There’s no metro in Vitacura, and the nearest station was at least a 30-minute walk away. On top of that, only two or three bus lines passed by the hotel. Another drawback is that both markets and restaurants are quite expensive, so I decided to explore other areas to save money. By the way, both my Wise and Nomad cards worked flawlessly for all transactions in Santiago.&#xA;&#xA;Given these conditions, I decided to split my city tour of Santiago into two days. Despite being over 3 km from the city center, the distance wasn’t an issue for me — I love walking. I revisited many familiar places and discovered new ones, which gave me a fresh perspective on the city.&#xA;&#xA;Vale Nevado and Farellones&#xA;&#xA;I visited Valle Nevado and Farellones — two famous ski resorts in the Andes Mountains, located in the Lo Barnechea commune. The scenery was spectacular, with golden light illuminating the peaks and transforming the landscape into a true masterpiece.&#xA;&#xA;Even though it wasn’t snow season, I joined the Andes Sunset tour — an amazing experience that lets you watch the sunset right from the mountains. To top it off, we enjoyed a delicious picnic while soaking in the splendor of nature.&#xA;&#xA;Cajón del Maipo and Embalse El Yeso&#xA;&#xA;I took a trip to Cajón del Maipo and Embalse El Yeso, visiting the impressive dam located over 2,500 meters above sea level in the heart of the Andes. The scenery is breathtaking, with waters that reflected the region’s unique beauty and changed color depending on the time of day, season, and light. experience.&#xA;&#xA;During the journey, we passed through small villages that added a special charm and an authentic touch of local culture. We wrapped up the day with a picnic surrounded by nature — the perfect ending to an unforgettable experience.&#xA;&#xA;Valparaíso and Viña del Mar&#xA;&#xA;I went back to Valparaíso and Viña del Mar. This time, I focused on exploring every little detail of the alleys in Valparaíso’s hills, which completely changed how I see the city. In Viña del Mar, I took the time to admire its beautiful landscapes — always impressive with their calm, coastal charm.&#xA;&#xA;#Travel #Chile #Vacation]]&gt;</description>
      <content:encoded><![CDATA[<p>The first time I visited Chile was ten years ago. Back then, I followed the classic winter itinerary every South American traveler knows: Uruguay, Argentina, and Chile. In the years that followed, I ended up visiting Argentina far more often than any Brazilian state.  This summer, I returned to Chile. It was a completely different experience, and now I can’t wait to go back and continue the journey where I left off.</p>

<p><strong>Exploring Santiago</strong></p>

<p><img src="https://i.snap.as/aBVktbfV.jpg" alt=""/></p>

<p>When I arrived in Santiago, I took a short city tour around the Vitacura neighborhood, where I was staying. The area is one of the top places to stay, second only to Providencia — the favorite among Brazilian travelers. Personally, I didn’t think it was bad, mainly thanks to the hotel’s location, but Vitacura does come with a few drawbacks.</p>



<p>Since it’s an upscale neighborhood (which, of course, isn’t really my style), the biggest downside is the lack of public transportation. There’s no metro in Vitacura, and the nearest station was at least a 30-minute walk away. On top of that, only two or three bus lines passed by the hotel. Another drawback is that both markets and restaurants are quite expensive, so I decided to explore other areas to save money. By the way, both my <strong><a href="https://wise.com/invite/ihpc/marciaf544">Wise</a></strong> and <strong><a href="https://nomad.onelink.me/wIQT/ConviteExclusivoContaInternacional?code=35TPIMZ43R%26n=Marcia%20Freddi">Nomad</a></strong> cards worked flawlessly for all transactions in Santiago.</p>

<p>Given these conditions, I decided to split my city tour of Santiago into two days. Despite being over 3 km from the city center, the distance wasn’t an issue for me — I love walking. I revisited many familiar places and discovered new ones, which gave me a fresh perspective on the city.</p>

<p><strong>Vale Nevado and Farellones</strong></p>

<p><img src="https://i.snap.as/IisN1rvQ.jpg" alt=""/></p>

<p>I visited Valle Nevado and Farellones — two famous ski resorts in the Andes Mountains, located in the Lo Barnechea commune. The scenery was spectacular, with golden light illuminating the peaks and transforming the landscape into a true masterpiece.</p>

<p>Even though it wasn’t snow season, I joined the Andes Sunset tour — an amazing experience that lets you watch the sunset right from the mountains. To top it off, we enjoyed a delicious picnic while soaking in the splendor of nature.</p>

<p><strong>Cajón del Maipo and Embalse El Yeso</strong></p>

<p><img src="https://i.snap.as/zGURZkHp.jpg" alt=""/></p>

<p>I took a trip to Cajón del Maipo and Embalse El Yeso, visiting the impressive dam located over 2,500 meters above sea level in the heart of the Andes. The scenery is breathtaking, with waters that reflected the region’s unique beauty and changed color depending on the time of day, season, and light. experience.</p>

<p><img src="https://i.snap.as/0YtVCRUl.jpg" alt=""/></p>

<p>During the journey, we passed through small villages that added a special charm and an authentic touch of local culture. We wrapped up the day with a picnic surrounded by nature — the perfect ending to an unforgettable experience.</p>

<p><strong>Valparaíso and Viña del Mar</strong></p>

<p><img src="https://i.snap.as/LI2H33fe.jpg" alt=""/></p>

<p><img src="https://i.snap.as/jtuwVQvE.jpg" alt=""/></p>

<p>I went back to Valparaíso and Viña del Mar. This time, I focused on exploring every little detail of the alleys in Valparaíso’s hills, which completely changed how I see the city. In Viña del Mar, I took the time to admire its beautiful landscapes — always impressive with their calm, coastal charm.</p>

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      <pubDate>Wed, 15 Jan 2025 23:47:25 +0000</pubDate>
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